Clipes ruins é que são bons!

10 de abril de 2010

Quando eu era criança pequena lá em Barbacena Ipatinga, não existiam discotecas como hoje, ou mesmo casas de dança. Eu não sei dizer o porque disso, só sei que elas não existiam. Para suprir as necessidades dancísticas da garotada existiam os clubes, que nada mais era do que clubes mesmo (aqueles com piscina) que durante a noite se transformavam em discotecas improvisadas porém bastante decentes, com luzes, telão, globos, drogas e tudo mais.

Ali quando compareci algumas vezes, pude ver nos telões alguns clipes fantásticos que ficaram na minha cabeça por muitos anos, devido a “alta tecnologia” empregada na sua execução e desenvoltura de alguns dançarinos.
Eu sempre voltei para casa frustrado por nunca ter aprendido a dançar nem mesmo a Macarena, e também por não pegar nenhuma menina. E eu nem usava óculos ainda…eu acho. Mas sempre voltava imaginando como aquelas cenas incríveis iam parar nos videoclipes. Cara, aqueles fantásticos filminhos musicados me ajudavam mesmo a superar a frustração de não ter perdido a virgindade boquiniana, sim porque a outra que me lembre, naquela época nem no sonho.

Daí os anos passaram, a vida fez a sua parte, e veio a internet. E a internet trouxe com ela a possibilidade de rever alguns destes videoclipes que adocicaram a minha vida noturna (até as 19:30) juvenil e me deliciar novamente com estas pequenas obras de arte.

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