Filme: Teste de Elenco

16 de abril de 2011

fondo-teste1Já a algum tempo venho acompanhando o trabalho do “Anões em Chamas”, primeiro em seu canal no Youtube e depois no site do grupo.
Devo confessar que gosto bastante, embora tenha críticas bem ásperas sobre alguns de seus filmes.

Variando do humor top de linha, ao tosqueira estilo “Mundo Canibal”, o anões passeia tranquilamente por estilos variados, e costuma experimentar (e apresentar) de tudo. Nos últimos dias inclusive eles vem sendo bombardeados constantemente com críticas do tipo: “Ah, tá faltando pouco para ficar igual ao Zorra”, mas eu no lugar deles não me importaria.

Eu não sei se esta turma do anões tem algo maior em mente (além de ganhar dinheiro como eles dizem), mas o fato é que eles experimentam muito. E não tem vergonha de mostrar nada. Assim resolveram que os quadros de apenas alguns minutos era pouco, e resolveram fazer logo um filme longa metragem. O primeiro brasileiro a estrear exclusivamente na internet segundo seus idealizadores. E o resultado final embora não seja perfeito, diverte e é recompensador.

No filme, Fábio é um diretor de cinema que procura desesperadamente uma atriz para encenar seu filme. A história se passa quando Letícia, uma garota pra lá de sem noção e que “se designou a ser atriz” resolve fazer o teste. O filme se passa durante a entrevista que Fábio faz com Letícia, o diretor cansado (que já entrevistou mais de 80 segundo ele) e a aspirante a atriz, que vai fazer de quase tudo para conseguir o papel.

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Suecas!!! (Ou: Deixa Ela Entrar)

11 de dezembro de 2009

Quando eu tinha lá meus 11 pra 12 anos, a palavra “Sueca” sempre vinha carregada da mais pura luxúria. Isto devido aos famosos filmes e fotos educativos provenientes (supostamente) daquele país.

Minha vida de cachorro O que eu não imaginava (ou queria saber) naquela época era que, o cinema Sueco fosse capaz de produzir obras extremamente cativantes e de inestimável valor cultural, sem desmerecer as esforçadas Suecas da minha infância claro. Os cineastas suecos produzem um tipo de filme com o qual você consegue se conectar, te fazem lembrar ou se imaginar de forma muito natural da sua própria vida e isto é difícil de ver em Hollywood já a algum tempo.

Vira e mexe estou dando de cara com estas obras primas, sendo o pequeno clássico “Minha vida de cachorro” (cujo título original é impronunciável em PT_BR) o responsável por despertar meu interesse nas obras contemporâneas da cinemateca Sueca.

Mas o que me motivou a escrever aqui hoje foi um filme imperdível que vi esta semana. A história é o seguinte, prestenção!
Pré-adolescente se sente muito só e acaba se apaixonando por outro  Pré-adolescente, mas descobre que na verdade trata-se de um vampiro. Mesmo assim não se deixa levar pelo medo e faz de tudo para conquistar seu amor.
Se você achou que eu estava falando de crepúsculo pode acabar de vomitar e continuar a ler pois errou feio.

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Filme: A Cor Púrpura

24 de novembro de 2009

colorpurpleDifícil encontrar um cinéfilo que não conheça ou tenha visto “A Cor  Púrpura” (The Color Purple –1985 – Steven Spielberg com Whoopi Goldberg), um clássico que deveria ter recebido todos os 11 Oscars ao qual foi indicado. Detalhe eles não levaram nenhum, numa das mais injustas premiações já ocorridas na academia.

O filme baseado no livro de Alice Walker (não é minha parente) conta a história de Celie (Whoopi Goldberg aqui em seu segundo papel) e Nettie (Akosua Busia), duas irmãs negras e pobres moradoras do sul dos Estados Unidos nas décadas de 20 e 30.

A história gira basicamente em torno de Celie, violentada pelo próprio pai torna-se mãe de duas crianças, mas é separada delas e vendida como esposa/escrava para um fazendeiro viúvo e pai de uma renca de crianças.
Ao se mudar para a casa do viúvo Alfred (Danny Glover), Celie leva consigo sua irmã Nettie, que passa a ser perseguida por ele com segundas intenções. Ao ser rechaçado, Alfred expulsa Nettie de suas terras separando as duas irmãs.

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Piores clipes do mundo 1: “Bolsinha verde”

12 de julho de 2009

Sabe estas músicas que você gosta, escuta todo dia mas nem sabe o nome? Pois, uma das minhas preferidas é "Little Green Bag" que por muito tempo eu chamei de resdog.mp3…explico:

Escutei a música pela primeira vez em 1998 quando vi o filme Cães de Aluguel ou Reservoir Dogs em Inglês do Quentin Tarantino, recomendo inclusive pois é ótimo.
Já deu pra sacar né, Reservoir Dogs que reduzido ficou o resdog.mp3 da minha coleção.

Fato é que nunca consegui descobrir o nome da música (pura preguiça mesmo de procurar) mas hoje mexendo num destes programinhas que descobrem a música que está tocando, fiquei sabendo que o seu nome era “Little Green Bag” ou em uma tradução literal “Bolsinha Verde”.
Bem dançante e com uma letra curiosa que remete ao uso da maconha (você achou que tinha o que na bolsinha?), a música me contagiou desde a primeira vez que a escutei (viciou entende?) e visitando o Youtube descobri que havia um clipe da bendita, e foi ai que a coisa desandou.

O que posso dizer é que independente das limitações técnicas este é o pior clipe que já vi na minha vida. Juro por Deus, quero morrer seco se existir um aberração maior do que esta no mundo dos videoclipes.

Resumindo seria o seguinte:

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Hiperlinks mentais – Carrossel de pensamentos

8 de junho de 2009

Estava vendo uns blogs por ai quando parei no Blog do Pablo Vilaça (Diário de Bordo) que continha um post sobre a versão literal do clip Total Eclipse of the heart. Achei muito engraçado e comecei a procurar outras versões. Não achei nada interessante, mas encontrei um clipe da Simone (nada a ver) (que tem um belo vozeirão) no meio da pesquisa cantando “Yolanda” em espanhol.

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Filme da Semana: Frost/Nixon

25 de março de 2009

Acabei de ver o filme Frost/Nixon, excelente.
Para quem não conhece os figuras, Richard Nixon foi o maior e mais vergonhoso caso de pilantragem política da história deste pai….digo, dos Estados Unidos. Entre outras coisas mandou espionar o comitê de seus adversários no que ficou conhecido como o escândalo de Watergate mas foi pego no pulão.

Investigado na época por dois jornalistas brilhantes do Washington Post, ele acabou renunciando ao cargo de presidente embora não tenha reconhecido sua culpa no cartório, mais ou menos como acontece aqui no Brasil todo santo dia.
A história desta investigação foi muito bem retratada no ótimo filme “Todos os homens do presidente” (assuma, você achava que era um filme gay).

Pois bem, três anos depois da renuncia, Nixon como todo bom político malandro achou que era hora de voltar a ativa e juntamente com seus assessores traçou um plano no melhor estilo Maluf, que iria reacender sua carreira e ainda encher as tubas de dinheiro.

madruga-maluf

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