Eu tenho 30 aaanos…. digo… a forçaaaa!

30 de dezembro de 2011

Ele é o homem mais poderoso do universo, pois tem a força! Não! Não é o Luke Skywalker. Se você também tem seus trinta e poucos anos e correu muito depois da escola para chegar em casa a tempo de assistir sabe bem de quem eu estou falando: He-Man – And The Masters Of The Universe! Subtítulo nunca explicado, já que as aventuras do herói fortão preferido por 10 entre 10 meninos da minha turma nunca saíram de Ethernia (o Spin-Off da Shee-Ra não conta), e o próprio nome do personagem é motivo de diversas especulações filosóficas e psicotécnicas-somáticas-exotéricas.

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Você ai seu noob, pode até nunca ter visto o desenho, ou mesmo nunca ter mesmo escutado falar deste personagem, mas sua frase mais famosa é impossível que você nunca tenho escutado:
– Pelos poderes de GrayScull! Eu tenho a força!

 

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Guloseimas da Minha Terra

8 de dezembro de 2011

Falando em ketchup (leia o post de baixo) acabei me lembrando da minha infância e das guloseimas deliciosas que eu consumia na casa de meus avós no período das férias.
Embora eu more hoje em Belo Horizonte, sou natural de Montes Claros (norte de Minas), e minha mãe e avós de Manga (também norte de Minas).

Posso não ter provado a maior parte destas delícias nos últimos tempos, mas com certeza o gostinho não sai da cabeça. Se você já tiver provado sabe bem o que estou falando! Se nunca nem ouviu falar das coisas descritas neste texto, não sabe o que está perdendo.

O quintal da casa de meus avós era (ainda é) enorme e a variedade de árvores que meu avô plantou lá ainda me impressiona. Goiabas,  laranjas e mangas de diversas qualidades infestavam o quintal, mas perdiam um pouco o brilho para outras frutas que cresciam por lá!

Umbu:

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O Umbu (nada a ver a com Ubuntu) é uma fruta bastante comum na região, e costuma ser vendida pelos garotos na rua. São usadas latas de óleo como unidade de medida!
É redonda e lisa, mais ou menos do tamanho de uma ameixa pequena. Quando verde, a poupa é ácida e lembra a maçã verde, possui um sabor bem azedinho que convida a transforma-la em suco. Quando amadurece no entanto, apresenta uma poupa suculenta e doce.

Sei que é comum pelo nordeste do Brasil, mas não vi o Umbu em nenhum outro lugar que não fosse por ali.

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Ketchup

6 de dezembro de 2011

EU: –Muahahaha. Lá vem a gostosa que trabalha na lanchonete.

GRILO FALANTE*: –E o que tem isto?

EU: Ela vai perguntar: –Quer ketchup? Muahahaha!

GRILO FALANTE: –Você não trabalhou em um trailer próximo a um batalhão da polícia um tempo?

EU: –FRAK YOU!**

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* O grilo falante é meu amigo imaginário a voz da minha consciência se manifestando, e deve pintar aqui no blog as vezes.
** Frak! É uma expressão do seriado BattleStar Galactica e significa isto mesmo o que você está pensando.


A Galinha no Armário, um pequeno comentário sobre o massacre de Realengo

9 de abril de 2011

No ótimo filme “O Homem que copiava”, o personagem vivido por Lázaro Ramos bola um plano maluco para matar o pai tarado de sua namorada. Além de um dispositivo que envolve uma geladeira, uma lâmpada e um bojão de gás, o plano também conta com uma pobre galinha presa dentro do armário da cozinha e que teoricamente deverá ser usada para distrair a atenção da polícia, e da mídia quando o assassinato for descoberto.

Apesar de maluco, o plano tem sua genialidade. Usar a banalidade da mídia a seu favor, pois ele sabe que para a mídia, mais importante que um pai de família morto em uma explosão (ninguém sabe que ele é tarado), é o fato da galinha presa no armário ter sobrevivido.

E hoje, lendo mais uma vez as notícias sobre o massacre em Realengo, penso se está em algum manual de jornalismo, usar de qualquer artifício para esticar ao máximo possível um determinado assunto, ainda que seja banalizando-o ao máximo possível também.

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Clipes ruins é que são bons!

10 de abril de 2010

Quando eu era criança pequena lá em Barbacena Ipatinga, não existiam discotecas como hoje, ou mesmo casas de dança. Eu não sei dizer o porque disso, só sei que elas não existiam. Para suprir as necessidades dancísticas da garotada existiam os clubes, que nada mais era do que clubes mesmo (aqueles com piscina) que durante a noite se transformavam em discotecas improvisadas porém bastante decentes, com luzes, telão, globos, drogas e tudo mais.

Ali quando compareci algumas vezes, pude ver nos telões alguns clipes fantásticos que ficaram na minha cabeça por muitos anos, devido a “alta tecnologia” empregada na sua execução e desenvoltura de alguns dançarinos.
Eu sempre voltei para casa frustrado por nunca ter aprendido a dançar nem mesmo a Macarena, e também por não pegar nenhuma menina. E eu nem usava óculos ainda…eu acho. Mas sempre voltava imaginando como aquelas cenas incríveis iam parar nos videoclipes. Cara, aqueles fantásticos filminhos musicados me ajudavam mesmo a superar a frustração de não ter perdido a virgindade boquiniana, sim porque a outra que me lembre, naquela época nem no sonho.

Daí os anos passaram, a vida fez a sua parte, e veio a internet. E a internet trouxe com ela a possibilidade de rever alguns destes videoclipes que adocicaram a minha vida noturna (até as 19:30) juvenil e me deliciar novamente com estas pequenas obras de arte.

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