Tutorial: Legendas em Português no Netflix Americano

14 de fevereiro de 2013

O Netflix é um ótimo serviço, mas por estas terras ele sofre com o pouco conteúdo, embora seja muito bom para quem curte (de verdade) o cinema, viver só de clássicos não rola.
Para contornar o conteúdo miguxo no Netflix brasileiro, podemos acessar a versão americana, mas aí caímos no problema do idioma! Se você faz Number One ($$) vai assistir tudo em inglês mesmo, mas se você não fala o idioma inglês ficou chupando dedo, e foi aí que você caiu aqui neste tutorial! 😉

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Trailer: O Hobbit

21 de dezembro de 2011

Belo Horizonte, 1999.
Depois de ficar mais ou menos umas 8 horas no domingo, ligado na minha conexão discada, sem deixar ninguém por a mão no telefone pra linha não cair. Finalmente eu pude assistir ao trailer em alta resolução (480×320 .mov) do primeiro trailer do Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel no site oficial.
Foi lindo.

Ver todas aquelas cenas saídas do livro, do qual eu já era fãzão mesmo antes de virar modinha aqui no Brasil foi recompensador.
Mas ai bateu aquele desespero. O Filme seria lançado apenas uns dois anos depois, e não havia nada que eu pudesse fazer a respeito.

Hoje direto do túnel do tempo, o sentimento é o mesmo. Não é só rever a Terra Média, é uma nova aventura, tão grandiosa quanto, e ela está tão longe agora quanto estava em 1999, ainda que eu tenha demorado apenas 10s para carregar o trailer. A tecnologia melhorou, mas a ansiedade continua a mesma.

Assistam, e que chegue logo 2013!

OOOh! Yes Yes Yes!

Filme: Teste de Elenco

16 de abril de 2011

fondo-teste1Já a algum tempo venho acompanhando o trabalho do “Anões em Chamas”, primeiro em seu canal no Youtube e depois no site do grupo.
Devo confessar que gosto bastante, embora tenha críticas bem ásperas sobre alguns de seus filmes.

Variando do humor top de linha, ao tosqueira estilo “Mundo Canibal”, o anões passeia tranquilamente por estilos variados, e costuma experimentar (e apresentar) de tudo. Nos últimos dias inclusive eles vem sendo bombardeados constantemente com críticas do tipo: “Ah, tá faltando pouco para ficar igual ao Zorra”, mas eu no lugar deles não me importaria.

Eu não sei se esta turma do anões tem algo maior em mente (além de ganhar dinheiro como eles dizem), mas o fato é que eles experimentam muito. E não tem vergonha de mostrar nada. Assim resolveram que os quadros de apenas alguns minutos era pouco, e resolveram fazer logo um filme longa metragem. O primeiro brasileiro a estrear exclusivamente na internet segundo seus idealizadores. E o resultado final embora não seja perfeito, diverte e é recompensador.

No filme, Fábio é um diretor de cinema que procura desesperadamente uma atriz para encenar seu filme. A história se passa quando Letícia, uma garota pra lá de sem noção e que “se designou a ser atriz” resolve fazer o teste. O filme se passa durante a entrevista que Fábio faz com Letícia, o diretor cansado (que já entrevistou mais de 80 segundo ele) e a aspirante a atriz, que vai fazer de quase tudo para conseguir o papel.

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A Galinha no Armário, um pequeno comentário sobre o massacre de Realengo

9 de abril de 2011

No ótimo filme “O Homem que copiava”, o personagem vivido por Lázaro Ramos bola um plano maluco para matar o pai tarado de sua namorada. Além de um dispositivo que envolve uma geladeira, uma lâmpada e um bojão de gás, o plano também conta com uma pobre galinha presa dentro do armário da cozinha e que teoricamente deverá ser usada para distrair a atenção da polícia, e da mídia quando o assassinato for descoberto.

Apesar de maluco, o plano tem sua genialidade. Usar a banalidade da mídia a seu favor, pois ele sabe que para a mídia, mais importante que um pai de família morto em uma explosão (ninguém sabe que ele é tarado), é o fato da galinha presa no armário ter sobrevivido.

E hoje, lendo mais uma vez as notícias sobre o massacre em Realengo, penso se está em algum manual de jornalismo, usar de qualquer artifício para esticar ao máximo possível um determinado assunto, ainda que seja banalizando-o ao máximo possível também.

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Filmes: Cargo e Lunar – Ficção científica da boa

20 de maio de 2010

Eu cresci vendo Alien, Guerra nas estrelas, Blade Runner, e tantos outros que ficam no imaginário o resto de nossas vidas. Eles são, junto com alguns outros títulos de ficção científica os responsáveis pela minha paixão pelo cinema, mas representam um paradoxo. Uma vez que o homem está sempre a procura da felicidade ou de coisas que o faça se sentir melhor, é interessante notar que estes filmes nos cativem mesmo que no fundo, o que há neles seja uma alta dose de pessimismo quanto ao que nos reserva o futuro. A terra superlotada, naves espaciais procurando por novos planetas habitáveis, impérios galácticos que dominam a força todas as formas de vida, e etc…

São grandes aventuras, mas poucos deles envelheceram bem. Não são mais histórias que convenceriam uma criança de hoje. Estes filmes perderam a credibilidade por estarem situados numa realidade que não aconteceu, pincelada com muita fantasia, segundo eles já deveríamos estar vivendo hoje como os Jatsons, mas estamos mais para Flintstones. Acho que tiraria da lista apenas Blade Runner com seus Andróides já que, a atmosfera do filme ainda hoje inspira credibilidade. Em Blade Runner um futuro negro, com a china no comando nos aguarda. A cena final que é de uma beleza ímpar.

Eu vi coisas que vocês não acreditariam. Naves de ataque em chamas nas bordas de Orion. Eu vi Raios-C brilhando no escuro próximo ao portão de Tannhauser. Todos estes momentos, se perderão no tempo, como lágrimas na chuva. Hora de morrer.

Mas todas estas velharias nos ajudaram a ser quem somos hoje. Quem foi fã destes filmes no passado geralmente tem uma grande paixão pelo tema. E eu tenho!
Então eu estou sempre me perguntando o que exatamente os jovens nerds de hoje poderiam estar vendo,  de forma a despertar neles a curiosidade para com o futuro, o espaço e a ciência. E vez ou outra encontro um bom filme para responder a esta pergunta, com o diferencial de que os filmes de ficção de hoje trazem temas mais atualizados (2001 já passou tem nove anos).

O tema parece ser sempre o mesmo, a terra esgotou seus recursos e agora é hora e viajar pelo espaço em busca de outro planetinha azul para explorar. Dos velhos clássicos ficou o clima de pessimismo, e da nossa própria realidade a falta de confiança nas grandes corporações.

Hoje vou falar de dois: Cargo (Iden, 2009 – Suiça) dos diretores Ivan Engler e Ralph Etter, ainda sem data de lançamento no Brasil. E Lunar (Moon, 2009 – Inglaterra) de Duncan Jones. Nenhum dos dois pode ser classificados apenas como ficção, Moon é um drama e Cargo é um Triller, mas não fazem feio perto de seus irmãos mais velhos.

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Suecas!!! (Ou: Deixa Ela Entrar)

11 de dezembro de 2009

Quando eu tinha lá meus 11 pra 12 anos, a palavra “Sueca” sempre vinha carregada da mais pura luxúria. Isto devido aos famosos filmes e fotos educativos provenientes (supostamente) daquele país.

Minha vida de cachorro O que eu não imaginava (ou queria saber) naquela época era que, o cinema Sueco fosse capaz de produzir obras extremamente cativantes e de inestimável valor cultural, sem desmerecer as esforçadas Suecas da minha infância claro. Os cineastas suecos produzem um tipo de filme com o qual você consegue se conectar, te fazem lembrar ou se imaginar de forma muito natural da sua própria vida e isto é difícil de ver em Hollywood já a algum tempo.

Vira e mexe estou dando de cara com estas obras primas, sendo o pequeno clássico “Minha vida de cachorro” (cujo título original é impronunciável em PT_BR) o responsável por despertar meu interesse nas obras contemporâneas da cinemateca Sueca.

Mas o que me motivou a escrever aqui hoje foi um filme imperdível que vi esta semana. A história é o seguinte, prestenção!
Pré-adolescente se sente muito só e acaba se apaixonando por outro  Pré-adolescente, mas descobre que na verdade trata-se de um vampiro. Mesmo assim não se deixa levar pelo medo e faz de tudo para conquistar seu amor.
Se você achou que eu estava falando de crepúsculo pode acabar de vomitar e continuar a ler pois errou feio.

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Filme: A Cor Púrpura

24 de novembro de 2009

colorpurpleDifícil encontrar um cinéfilo que não conheça ou tenha visto “A Cor  Púrpura” (The Color Purple –1985 – Steven Spielberg com Whoopi Goldberg), um clássico que deveria ter recebido todos os 11 Oscars ao qual foi indicado. Detalhe eles não levaram nenhum, numa das mais injustas premiações já ocorridas na academia.

O filme baseado no livro de Alice Walker (não é minha parente) conta a história de Celie (Whoopi Goldberg aqui em seu segundo papel) e Nettie (Akosua Busia), duas irmãs negras e pobres moradoras do sul dos Estados Unidos nas décadas de 20 e 30.

A história gira basicamente em torno de Celie, violentada pelo próprio pai torna-se mãe de duas crianças, mas é separada delas e vendida como esposa/escrava para um fazendeiro viúvo e pai de uma renca de crianças.
Ao se mudar para a casa do viúvo Alfred (Danny Glover), Celie leva consigo sua irmã Nettie, que passa a ser perseguida por ele com segundas intenções. Ao ser rechaçado, Alfred expulsa Nettie de suas terras separando as duas irmãs.

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