Aquário de Belo Horizonte

4 de dezembro de 2011

Visitei hoje com minha família, o aquário de Belo Horizonte, que fica dentro do Jardim Zoológico. É um passeio bem interessante principalmente para quem já viveu ali ás margens do Rio como eu.

Você vai ter a oportunidade de ver peixes como o surubim, o dourado e a piaba. Alguns como o surubim, a beira da extinção devido a pesca predatória ( \o_ culpado). No total, são mais de 40 espécies dispostas em mais de 20 tanques.
O mais impressionante é o que eu gravei no vídeo abaixo, pois além de gigante, foi todo construído de forma a simular o leito do rio São Francisco. Mais real que isto só se você mergulhar lá!
Inclusive no 2º andar, podemos ver uma imitação das margens com sua vegetação e até uma cabaninha que serve de entrada para o tanque.

Falta alguém no local para dar informações ou pelo menos um panfleto com explicações. Mesmo assim recomendo. O ingresso é à parte do ingresso do Zoológico, mas custa só R$ 5,00 por pessoa.

Quero um destes em casa!

A Galinha no Armário, um pequeno comentário sobre o massacre de Realengo

9 de abril de 2011

No ótimo filme “O Homem que copiava”, o personagem vivido por Lázaro Ramos bola um plano maluco para matar o pai tarado de sua namorada. Além de um dispositivo que envolve uma geladeira, uma lâmpada e um bojão de gás, o plano também conta com uma pobre galinha presa dentro do armário da cozinha e que teoricamente deverá ser usada para distrair a atenção da polícia, e da mídia quando o assassinato for descoberto.

Apesar de maluco, o plano tem sua genialidade. Usar a banalidade da mídia a seu favor, pois ele sabe que para a mídia, mais importante que um pai de família morto em uma explosão (ninguém sabe que ele é tarado), é o fato da galinha presa no armário ter sobrevivido.

E hoje, lendo mais uma vez as notícias sobre o massacre em Realengo, penso se está em algum manual de jornalismo, usar de qualquer artifício para esticar ao máximo possível um determinado assunto, ainda que seja banalizando-o ao máximo possível também.

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Cinco minutos de terror

11 de maio de 2010

É fatal, todas as vezes que saio de casa e faço um serviço com o qual não ganho nada, acontece alguma coisa na seqüência que irá arruinar com meu dia/mês. É como se fosse um castigo por ter feito uma boa ação.

Como por exemplo no dia em que doei uma placa mãe novinha para o computador de um convento, e todos os computadores de um mesmo escritório pifaram por causa de uma descarga elétrica. Fiquei a noite toda por conta.
Também teve o dia em que por consideração a um cliente não cobrei pelo serviço, e ao voltar para casa cheio de júbilo escorreguei com a moto num amontoado de lixo na rua tomando o maior tombão.
Foram várias as vezes…

Bom, outro dia estava eu atendendo a um chamado num bairro cabuloso (onde só vou por caridade mesmo) quando percebo que iria chover, e forte. Pedi desculpas ao pessoal jurando voltar no dia seguinte e vazei, pois me lembrei claramente de ter visto a placa “Lugar sujeito a inundações em períodos de chuva forte” quando estava chegando.

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O biscoito nosso de cada dia

3 de maio de 2010

Ontem foi um dos dias que eu mais odeio no mês, o famigerado dia de fazer compras. Detesto entrar em supermercado, detesto pegar fila, detesto lugar cheio, detesto a fila da carne, detesto tudo! Prefiro nem acordar quando sei que chegou o dia. É preciso muita ameaça para me tirar da cama.

Também tem o fato de que é justamente no supermercado que você deixa a maior parcela do seu dinheiro por mês, cada item que você coloca no carrinho é uma bocada no seu bolso. Hoje entendo a cara de desespero do meu pai quando a gente resolvia “ajuda-lo” a fazer compras. Criança em supermercado deve ser uma merda. Mas naquela época eu era feliz.

Além da cara de horror do meu pai, uma das coisas que eu me lembro também era dos pacotões de biscoito. Não sei nos outros lugares do Brasil, mas aqui em Minas Gerais o biscoito mais vendido sempre foi o da Aymoré, uma fábrica mineira de produtos alimentícios que fabrica os melhores biscoitos recheados, wafers, cream cracker, maizena e o inigualável Salpet.
Pelo fato de nossa família ser de tamanho médio, meu pai sempre comprou os biscoitos em caixas, que imagino deveriam pesar de um a dois quilos. O preço deveria ser bem mais em conta e o suficiente para passar um mês de alegria. Lembro bem das caixas contendo o imponente logotipo de índio que remetia as tribos Aimorés.

Com o passar dos anos fui notando o desaparecimento destas caixas tamanho jumbo dos supermercados, e pior, o próprio tamanho das embalagens vem diminuindo a cada dia mais. É um tipo de inflação gerada pela reversal russa onde o valor do produto diminui sem que o preço diminua também.

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Viciado em Big Brother. Mas não aquele…

22 de março de 2010

Não aquele lixo televisivo exibido pela Globo, que mesmo fazendo um esforço hercúleo para não acompanhar, acaba invadindo meu centro de captação de informações (vulgo zóio+zoreia), através de todo tipo de mídia como jornal, rádio e logicamente a TV.

Sempre que vejo uma informação qualquer sobre o tal programeco mudo de canal, de estação, de página, de universo, etc... Mas não tem como, acabo tendo que admitir que sei o nome de pelo menos uns três participantes, acredito que são os que vem fazendo mais sucesso devido provavelmente a algum tipo de comportamento idiota.

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Chegue seguro… duas horas depois.

9 de fevereiro de 2010

A foto abaixo foi tirada de sobre o Elevado Castelo Branco em Belo Horizonte, no dia 4 de Fevereiro de 2010.
Ela contém um desinformativo no mínimo malicioso elaborado pela FETTROMINAS um conglomerado de sindicatos (principalmente de empresas de ônibus) de Minas Gerais.

IMAG0107“Aumentou 2.250%? Desde quando?”

A mensagem é clara, vá seguro de ônibus! Ou se estrepe indo de moto, afinal o número de acidentes de moto aumentou 2.250%! Só não informaram desde quando.
Bem, eu procurei saber e vou informar a vocês, desde 1990 até 2006, ou seja 16 anos!

Não é pouco, claro. É um absurdo na verdade mas, não é com este tipo de campanha que se diminui o número de acidentes. Se tal “entidade” quer mesmo prestar um serviço a população deveria sim instruir melhor os motoristas de ônibus e de taxi para respeitarem os motociclistas, darem seta ao mudarem de faixa, olharem seus retrovisores, parar seus veículos efetivamente pisando no freio, e outras coisinhas básicas que aqui em Belo Horizonte os motoristas não se preocupam muito.
Tem um amigo meu que chama a seta do ônibus de foda-se, pois quando o motorista liga a seta, não importa se já está vindo alguém, ele simplesmente se enfia ali e o outro que foda-se.

Este tipo de informação tem o objetivo de causar medo, incerteza e dúvida (não é a Microsoft ok?) no trabalhador que se espreme todo dia entre mais 50 ou 60 pessoas nestas latas de sardinha, evitando que ele almeje sua liberdade nas rodas de uma motocicleta. É uma campanha preventiva sim, mas contra as vendas de motos que crescem sem parar, tirando cada vez mais os clientes destas latas velhas.

Sinto muito por não ter fotografado no mesmo local e hora o restante do trânsito, tanto no elevado quanto na avenida do contorno que passa embaixo dele, totalmente engarrafados. Enquanto estávamos ali parados dentro do carro, centenas de motociclistas passaram por nós, aproveitando o corredor livre e com certeza chegaram seguros em casa, e duas horas antes de nós…


Jaqueta Zebra Race Track

28 de dezembro de 2009

Desde a compra de minha primeira moto, sempre procurei andar razoavelmente protegido, e isto já salvou minha pele inúmeras vezes/quedas. Capacete lógico é obrigatório, evito até subir na moto sem ele, sempre piloto de calça comprida sendo o jeans ou brim meus tipos preferidos e um bom sapato.

Jaqueta já tive várias, a primeira e melhor de todas era uma bem vagaba comprada no Barro Preto, um bairro point de moda aqui em BH, deve ter custado uns R$ 70,00 e tinha como vantagem esquentar no frio e manter a temperatura amena no calor. Além disso esta jaqueta tinha um protetor no pescoço excelente e não apresentava praticamente nenhuma resistência ao vento. Quando tomei meu primeiro tombo ela arranhou um pouquinho no braço direito mas estava imperceptível, só que se sujou bastante. Sei lá que mongolóidisse me deu na cabeça que coloquei a jaqueta dentro da máquina de lavar, e ai foi o fim. Virou uma bola de linhas de náilon investível.

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